Agostinho Batista de Freitas (Paulínia, SP, 1927 – São Paulo, SP, 1997) foi um pintor e desenhista brasileiro, reconhecido principalmente por suas representações da paisagem urbana de São Paulo.
Filho de imigrantes portugueses, trabalhou na roça durante a infância. Mudou-se para São Paulo aos 17 anos, fixando-se no bairro do Imirim. Por volta de 1950, iniciou sua trajetória na pintura de forma autodidata, vendendo seus trabalhos na Praça do Correio, onde foi descoberto por Pietro Maria Bardi. Bardi o incentivou e organizou sua primeira exposição individual no Museu de Arte de São Paulo (MASP) em 1952.
Considerado por muitos como um artista naïf clássico, Agostinho Batista de Freitas pintou principalmente cenas da vida cotidiana e paisagens urbanas de São Paulo, com um olhar particular para a arquitetura, o movimento das ruas e a atmosfera da cidade. Sua obra é marcada por cores vibrantes e uma perspectiva peculiar, capturando a essência da metrópole paulistana em diferentes épocas.
Participou de importantes exposições no Brasil e no exterior, incluindo a Bienal de Veneza em 1966. Em 2017, o MASP realizou uma grande exposição individual de suas obras, reafirmando sua importância para a história da arte brasileira e corrigindo uma lacuna em seu acervo.
Cafezal
| Autor |
Agostinho Batista de Freitas |
|---|---|
| Ano |
1985 |
| Tamanho | |
| Técnica |
Óleo Sobre Tela |
| Assinatura |
Assinada canto inferior esquerdo |
Cafezal
| Autor |
Agostinho Batista de Freitas |
|---|---|
| Ano |
1985 |
| Tamanho | |
| Técnica |
Óleo Sobre Tela |
| Assinatura |
Assinada canto inferior esquerdo |
Agostinho Batista de Freitas (Paulínia, SP, 1927 – São Paulo, SP, 1997) foi um pintor e desenhista brasileiro, reconhecido principalmente por suas representações da paisagem urbana de São Paulo.
Filho de imigrantes portugueses, trabalhou na roça durante a infância. Mudou-se para São Paulo aos 17 anos, fixando-se no bairro do Imirim. Por volta de 1950, iniciou sua trajetória na pintura de forma autodidata, vendendo seus trabalhos na Praça do Correio, onde foi descoberto por Pietro Maria Bardi. Bardi o incentivou e organizou sua primeira exposição individual no Museu de Arte de São Paulo (MASP) em 1952.
Considerado por muitos como um artista naïf clássico, Agostinho Batista de Freitas pintou principalmente cenas da vida cotidiana e paisagens urbanas de São Paulo, com um olhar particular para a arquitetura, o movimento das ruas e a atmosfera da cidade. Sua obra é marcada por cores vibrantes e uma perspectiva peculiar, capturando a essência da metrópole paulistana em diferentes épocas.
Participou de importantes exposições no Brasil e no exterior, incluindo a Bienal de Veneza em 1966. Em 2017, o MASP realizou uma grande exposição individual de suas obras, reafirmando sua importância para a história da arte brasileira e corrigindo uma lacuna em seu acervo.
