Carlos Scliar (Santa Maria, RS, 21 de junho de 1920 – Rio de Janeiro, RJ, 28 de abril de 2001) foi um prolífico artista brasileiro, atuando como pintor, desenhista, gravador, ilustrador, cenógrafo, roteirista e designer gráfico. Desde cedo demonstrou interesse pelas artes, publicando desenhos e textos ainda criança. Estudou com o pintor austríaco Gustav Epstein em Porto Alegre. Nos anos 40, dedicou-se à gravura, especialmente a litografia e o linóleo, e integrou a Família Artística Paulista (FAP). Durante a Segunda Guerra Mundial, produziu uma série de desenhos em nanquim. Após um período vivendo em Paris, onde teve contato com o gravador mexicano Leopoldo Méndez, retornou ao Brasil e fundou, com Vasco Prado, o Clube de Gravura de Porto Alegre. Mais tarde, fixou-se no Rio de Janeiro. O estilo inicial de Scliar demonstrava afinidades com o expressionismo e a influência de artistas como Candido Portinari e Lasar Segall. Posteriormente, dedicou-se também à pintura e à colagem, tendo como tema recorrente a natureza-morta, em diálogo com a obra de Giorgio Morandi, Pablo Picasso e Georges Braque. Sua obra revela uma constante busca por novas formas de expressão e experimentação com diferentes materiais e técnicas, incluindo têmpera e acrílico. Carlos Scliar teve uma atuação multifacetada e deixou uma importante contribuição para a arte moderna brasileira.

Sem Título – Carlos Sclair

Autor

Carlos Sclair

Ano

1973

Tamanho
Técnica

Gravura

Assinatura

Assinada canto inferior direito

Sem Título – Carlos Sclair

Autor

Carlos Sclair

Ano

1973

Tamanho
Técnica

Gravura

Assinatura

Assinada canto inferior direito

Carlos Scliar (Santa Maria, RS, 21 de junho de 1920 – Rio de Janeiro, RJ, 28 de abril de 2001) foi um prolífico artista brasileiro, atuando como pintor, desenhista, gravador, ilustrador, cenógrafo, roteirista e designer gráfico. Desde cedo demonstrou interesse pelas artes, publicando desenhos e textos ainda criança. Estudou com o pintor austríaco Gustav Epstein em Porto Alegre. Nos anos 40, dedicou-se à gravura, especialmente a litografia e o linóleo, e integrou a Família Artística Paulista (FAP). Durante a Segunda Guerra Mundial, produziu uma série de desenhos em nanquim. Após um período vivendo em Paris, onde teve contato com o gravador mexicano Leopoldo Méndez, retornou ao Brasil e fundou, com Vasco Prado, o Clube de Gravura de Porto Alegre. Mais tarde, fixou-se no Rio de Janeiro. O estilo inicial de Scliar demonstrava afinidades com o expressionismo e a influência de artistas como Candido Portinari e Lasar Segall. Posteriormente, dedicou-se também à pintura e à colagem, tendo como tema recorrente a natureza-morta, em diálogo com a obra de Giorgio Morandi, Pablo Picasso e Georges Braque. Sua obra revela uma constante busca por novas formas de expressão e experimentação com diferentes materiais e técnicas, incluindo têmpera e acrílico. Carlos Scliar teve uma atuação multifacetada e deixou uma importante contribuição para a arte moderna brasileira.